Um fim de semana na Casa das Penhas Douradas

Casa das Penhas Douradas

Passámos Manteigas e subimos, subimos, subimos. Curva após curva, pela noite escura e fria, que o inverno estava quase a aparecer. Chegámos. Abrimos a porta e foi como se toda a Casa das Penhas Douradas nos envolvesse num abraço quente e apertado. E como é bom sentirmo-nos bem recebidos.

A mesa estava já posta, a aguardar a nossa chegada. Com um jantar longo, o calor da lareira a aquecer-nos e o peso dos quilómetros feitos ao fim de um longo dia de trabalho, o sono não tardou a chegar.

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Despertámos como crianças em manhãs de natal — com um salto da cama para ver o primeiro manto de neve que cobria a serra. Os dias seguiram-se lentos, com as horas a arrastarem-se connosco, entre leituras em poltronas, com um chá na mão, sestas, massagens no spa, refeições demoradas e o pijama sempre presente. E quanto mais feio o tempo lá fora parecia, melhor nos sabia o aconchego da Casa, onde o burel é rei.

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Mas um fim de semana é um fim de semana, é um fim de semana. E mesmo que os dois dias nos tenham sabido a férias, a vontade de partir era nula. Mantivémo-nos até ao almoço, para mais uma refeição deliciosa — neste caso, com o melhor risotto de cogumelos de sempre! — e despedimo-nos cheios de promessas de regressar.

Um bem-haja a todos os que arriscam e criam espaços assim, que nos fazem sentir em casa e tão, tão descansados.

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